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26 de setembro de 2017
Enfermeira usando um esfigmomanômetro em paciente | Hipertensão arterial sistêmica: Desvendando a Doença

Hipertensão arterial sistêmica: Desvendando a Doença

Desvendando a Doença

A hipertensão arterial é uma condição caracterizada pelo aumento dos níveis de pressão arterial. No Brasil, a doença atinge 32,5% dos adultos e mais de 60% dos idosos, contribuindo para 50% das mortes por doenças cardíacas. Como se não fosse o suficiente, a hipertensão ainda está altamente ligada a outras doenças cardiovasculares que podem ser fatais, como o infarto agudo do miocárdio, a insuficiência cardíaca, a doença arterial periférica e a doença renal.

A pré-hipertensão também é real. Diagnosticada quando o paciente apresenta altos níveis de pressão arterial, mas não o suficiente para ser considerado um hipertenso, como se fosse um último aviso do corpo, é uma realidade e deve ser tratada com a mesma preocupação. Esses pacientes apresentam mais chances de se tornarem hipertensos e altos riscos de desenvolverem complicações cardiovasculares.

Para se ter uma ideia do tamanho do perigo, cerca de um terço dos eventos cardiovasculares que acontecem por conta da elevação de pressão arterial ocorre em pessoas que apresentam pré-hipertensão.

Quando “medir” a pressão

É recomendado aferir a pressão (dizer ‘medir’ não é correto) pelo menos uma vez a cada dois anos, mas esse é um procedimento comum em uma visita médica. Então, se você costuma ir a um posto de saúde ou a uma consulta médica é bem provável que você tenha sua pressão aferida regulamente.

Para quem registra níveis um pouco mais alto dos normais 120/80, é recomendado aferir a pressão regularmente para evitar até mesmo a pré-hipertensão.

Para as crianças, esse deve ser um procedimento comum em todo atendimento pediátrico primário, considerando a idade, o sexo e a altura da criança.

O procedimento precisa ser feito com esfigmomanômetros validados, mas a calibração do aparelho deve ser verificada anualmente, de acordo com as orientações do INMETRO.

Tratamento

Depois de confirmado o diagnóstico da hipertensão e realizada a identificação das causas secundárias, dos fatores de riscos cardiovasculares e das possíveis sequelas é feito o tratamento adequado. Para isso, podem ser utilizados alguns exames complementares, como o MAPA, que consegue monitorar a pressão arterial até durante o sono.

Algumas abordagens terapêuticas podem ser abordadas em alguns casos em que medicamentos não são exigidos. Essas abordagens já se mostraram eficazes como forma de reduzir os níveis da pressão arterial, mas necessitam de uma maior dedicação do paciente já que incluem medidas nutricionais, atividades físicas, controle do estresse e fim de hábitos como o fumo.

A escolha do melhor tratamento não deve ser baseada apenas nos níveis da pressão arterial apresentada nos exames, mas também deve considerar outras coisas, como fatores de risco.

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